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| JAL - Japan Airlines - Boeing 747-400ER |
O patrimônio líquido negativo da companhia projeta-se que pode chegar a US$ 11,2 bilhões, informou ontem a Bloomberg, citando a imprensa japonesa.
O "Enterprise Turnaround Initiative Corp. of Japan", entidade do governo japonês que está apoiando a reestruturação da JAL, estaria interessada em aumentar seu aporte de capital na empresa além do plano inicial de US$ 3,4 bilhões. No mês passado, a JAL teve lucro operacional de US$ 41,6 milhões.
O último voo da JAL entre os aeroportos internacionais de Guarulhos e Narita foi operado no dia 27 de setembro, com o código JL015. O avião utilizado foi um Boeing 747-400, com capacidade para 303 passageiros.
A crise financeira da maior companhia aérea japonesa obrigou-a a alterar seu plano de rotas e voos para 2010, resultando no cancelamento, por tempo indeterminado, de 45 rotas, sendo 30 no seu mercado doméstico e 15 no exterior.
Por meio de comunicado, a JAL informa que a quantidade total de rotas que serão suprimidas por causa de sua reestruturação, somando-se o plano revisto de rotas e voos de 2009, serão 28 no mercado internacional 50 domésticas. Em comparação com 2008, a oferta de assentos da companhia no exterior vai ser reduzida em 40%, com o fechamento de 11 bases operacionais. No Japão, a diminuição será de 30%, com o fim de 8 bases.
No Brasil, o escritório da JAL em São Paulo permanecerá em funcionamento. Sua função será a venda de passagens para aqueles que queiram voar do Brasil para Tóquio. No entanto, o trecho entre São Paulo e Nova York, por exemplo, será operado por parceiras como TAM ou American Airlines. De Nova York a Tóquio, o voo continuará sendo operado pela JAL.


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